January 31, 2022
Processamento de informação e gestão moderna

Historicamente, o estudo da Inteligência Artificial (IA) e da cognição descreve um ciclo.

Começou com a tentativa de imitar o processamento de informação do cérebro humano.

A princípio, o objetivo era permitir que uma máquina desenvolvesse o pensamento.

Agora que os estudos estão avançados, faz-se o caminho inverso: nos espelhamos na máquina para saber como podemos ir além.

A forma como os dados são trabalhados artificialmente, de forma lógica e precisa, abriu os olhos da humanidade para novos empreendimentos.

Questão de sobrevivência

Quando se fala de cognição, nos referimos ao trabalho realizado pelo sistema nervoso.

A ação dele permite o aparecimento da consciência e, obviamente, de nossa capacidade de aprender, pensar, raciocinar.

É nesse conjunto de habilidades que podemos evoluir, portanto, ao observarmos o crescimento da IA.

Muitas áreas contribuem com a ciência cognitiva, desde a matemática e a linguística até as neurociências e a computação.

Talvez por causa disso a aplicação dela também seja tão vasta, a ponto de alcançar os negócios.

E não é preciso ir muito longe para entender o porquê.

O processamento de informação cada vez mais rápido e eficiente encontra no mercado o seu laboratório perfeito. 

Afinal, a economia faz questão de aniquilar as empresas que não se adaptam aos novos processos.

Não é algo planejado, mas simplesmente uma questão de sobrevivência.

A agilidade no aprendizado e adaptação dá o tom do sucesso empresarial.

Contornando limitações

Quando consideramos a necessidade de uma empresa por dados precisos, sabemos que isso só é possível através da tecnologia.

O cérebro humano possui limitações naturais na sua capacidade de atenção, além de levar o afeto mais a sério que a lógica.

Esse fator só pode ser contornado pela precisão e agilidade que a Inteligência Artificial traz aos processos.

Uma vez Data Driven, a racionalidade das operações tende ao máximo de performance.

É justamente desse aporte lógico que os negócios precisam, deixando de lado a tomada de decisão baseada em instinto e emoções.

Escrito por
Luiz F. Kuestner
January 31, 2022
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