Sobre a Rampfy

Construímos a Rampfy porque
vimos o funil mentir de perto

Por 21 anos atendemos cerca de 2.500 empresas do setor automotivo. Vimos muita gente trocar de CRM e chegar no mesmo lugar: o vendedor não preenchia, o funil não refletia a realidade, e a decisão — do gestor e da verba de marketing — saía torta.

A Rampfy inverte a ordem. É um CRM feito para o vendedor e para o marketing, que entrega ao gestor o que ele precisa como consequência, não como tarefa de alguém.

2005ano em que a jornada começou
2.500empresas atendidas pelo caminho
2verticais hoje: Veículos e SaaS
Quem está por trás

As pessoas que respondem pelo produto

César Dias, CEO da Rampfy

César Dias

CEO

Fundou a Sances Sistemas em 2005, software para o setor automotivo que hoje atende cerca de 2.500 empresas no Brasil. Foi ali, ao lado dos clientes, que viu o mesmo padrão se repetir: CRM que o vendedor não usava porque não tinha sido pensado para ele — e, sem registro, a gestão do time decidindo no escuro.

Com a ruptura trazida pela IA, viu a chance de construir algo fora do padrão de mercado. Voltou para a engenharia, sua base de origem, para fazer junto com o time um CRM com foco total na operação real — de vendedor para vendedor. Hoje dedica tempo integral à Rampfy; nas empresas que fundou, atua no conselho de administração.

Acima da paixão pela solução vem a paixão pelo problema. Resolver problema real é a missão.
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Maicon Sievert, CTO da Rampfy

Maicon Sievert

CTO

Começou a programar aos 15 anos, por curiosidade, e descobriu ali que aprendia melhor construindo do que estudando. Antes da Rampfy, empreendeu e liderou projetos digitais para grandes marcas numa agência de comunicação em Joinville (SC).

Na Rampfy, da qual é cofundador e CTO desde 2018, lidera a arquitetura tecnológica e o desenvolvimento da plataforma, conectando engenharia de software, dados e infraestrutura.

Em 2025, também passou a contribuir com o projeto Conecta Carros, participando da evolução tecnológica de uma plataforma que atendia mais de 20 mil usuários no Brasil.

Não se aprende planejando. Aprende-se construindo, medindo e corrigindo.
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Rodrigo Hansen, CRO da Rampfy

Rodrigo Hansen

CRO

Antes da Rampfy, foi CEO de uma agência de marketing focada no mundo automotivo. Passou anos do lado de quem gera a demanda e acompanhou o destino de cada lead até onde dava: o vendedor atendia no WhatsApp e, dali para baixo, ninguém enxergava nada. Sem registro, sem dados, sem retorno — o marketing investia verba sem saber o que acontecia do outro lado.

Daqueles anos ficou uma inquietação: um mundo em que o vendedor não precisasse preencher sistema nenhum e em que fosse possível entender, enfim, como vender melhor. Quando a IA tornou isso possível, a ideia virou produto.

Foi pago para prometer. Hoje é cobrado para entregar.
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Como pensamos

Três decisões que explicam o produto

O vendedor não trabalha para o CRM

Toda decisão de produto passa por essa pergunta: isso obriga o vendedor a trabalhar para o CRM? Se obriga, está errado.

Se não dá para medir, é só opinião

Tese é ponto de partida, não conclusão. Ela só vira decisão quando o número confirma — no nosso produto e na operação do cliente.

IA que entrega o lead, não que fala pelo vendedor

A IA atende na entrada e prepara o terreno. Quem conduz a venda é uma pessoa: a IA sugere, o vendedor aprova, e nada sai sem que ele mande.

Razão social

Rampfy Tecnologia Ltda

CNPJ 31.251.533/0001-70

Endereço

Rua Olavo Bilac, 164 — Bairro Velha

Blumenau — SC · CEP 89.036-730

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